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Gostei do livro, história triste, mas muito interessante...
Eu chorei tanto, que livro lindo, que livro emocionante. Obrigada por abordar tão bem a vida, o que nela existe, o amor, as dores, o luto, doenças, medos, traumas, a vida em sua completude, querida Rebecca. Uai! Que livro!!!!
Esse livro acabou comigo. História linda, romântica, dramática e te envolve de um jeito que é difícil parar de ler.
A história é bem comovente… gostei do livro, no entanto não dou 5 estrelas. A história ficou chata em alguns momentos, deu vontade de abandonar, porém fui dando novas oportunidades. Achei a Ella é um saco. Rsrs Chorei horrores, sem querer dar spoilers, é muito triste o final do livro. Não leia se vc atravessa um luto, fiquei muito mal por alguns dias. Foi impactante demais pra mim.
Romanzo molto appassionante, ricco di sentimenti e ben costruito. Trama non scontata
Lindo livro, super bem embalado e estou vidrada na leitura, excelente compra
História emocionante. Nunca pensei que fosse possível chorar tanto ao ler um livro, mas percebi que estava errada. História muito envolvente, personagens marcantes e trama comovente! Vale muito a leitura! Super recomendo.
Escrita impecável da autora. História envolvente e muito emocionante. Embora muito triste, a história é muito linda.
Historia marcante
Alguns livros não apenas contam uma história, eles nos transformam — e A Última Carta é um desses raros casos. Rebecca Yarros já havia mostrado sua habilidade em emocionar e despedaçar corações em Quarta Asa, mas aqui ela se supera ao construir uma narrativa profundamente humana sobre amor, perda, coragem e a difícil arte de seguir em frente. No início, não imaginei que essa leitura fosse me marcar tanto. A conexão com os personagens demorou a surgir, e por alguns capítulos acreditei que seria apenas mais um romance dramático. Mas, quase sem perceber, fui sugada pela intensidade da narrativa. Yarros tem um talento especial para criar vínculos sutis que crescem até se tornarem avassaladores, e quando dei por mim, já estava chorando junto, torcendo junto e sofrendo com cada decisão. Ella, a protagonista, é um exemplo dessa dualidade. Ao mesmo tempo em que sua obsessão por verdades e mentiras me cansou em alguns momentos, é impossível não reconhecer a profundidade da sua dor. Abandonada, marcada por perdas e obrigada a assumir responsabilidades gigantescas muito cedo, ela carrega cicatrizes invisíveis que explicam seus medos e sua força. É uma personagem imperfeita, por vezes irritante, mas também incrivelmente real. Sua resiliência diante do luto e o amor incondicional pelos filhos fazem dela uma das protagonistas mais humanas que já encontrei. Beckett, ou Caos, por outro lado, é o equilíbrio perfeito entre vulnerabilidade e lealdade. Apesar da mentira que sustenta no início, sua essência é irrepreensível. É um personagem que facilmente poderia ter sido idealizado, mas ainda assim consegue transmitir humanidade. Lamentei apenas o fato de sua história não ter recebido tanto destaque quanto merecia — mesmo nos capítulos narrados por ele, a trama parece girar em torno de Ella. Ainda assim, sua presença é um dos grandes alicerces emocionais do livro. Outro ponto brilhante é o espaço dado às crianças. Diferente de muitos romances, onde filhos são apenas coadjuvantes, aqui Maisie e Colt são vozes ativas, com personalidades próprias, falhas e opiniões. Essa escolha torna a narrativa ainda mais realista, mostrando que a vida — mesmo em meio à dor — continua acontecendo, inclusive através das pequenas rebeldias e inocências da infância. O tema central, porém, é o luto. Yarros o aborda em diferentes camadas: a perda de um irmão, de pais, de um filho, a incerteza sobre o futuro, a saudade da vida que poderia ter sido. É uma dor multifacetada, que dilacera mas também transforma. A autora mostra que viver não é ignorar o sofrimento, mas aprender a carregá-lo. Que, mesmo com os cenários alternativos que insistimos em imaginar — o “e se” eterno —, a vida segue. E que é justamente por causa da dor que precisamos escolher viver, não apesar dela. A Última Carta é um livro devastador, mas também profundamente bonito. É sobre lágrimas, mas também sobre amor. Sobre perdas, mas também sobre recomeços. É uma narrativa que dilacera e cura ao mesmo tempo, lembrando que, mesmo quando tudo parece ruir, ainda há espaço para esperança. Sem exageros: nunca chorei tanto com uma leitura. Rebecca Yarros conseguiu me marcar de um jeito que poucos autores já conseguiram. A Última Carta não é apenas uma história; é uma experiência. E já posso dizer com certeza que está entre os meus livros favoritos de 2025.
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